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e6b5cd David Gonçalves 2025-06-30 19:37:10
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**Trabalho realizado por:**
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João Pedro Leonor Coutinho
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José Manuel Santos Campos
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**Introdução**
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Determinadas operações em processos químicos necessitam de operar sobre
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pressões abaixo da atmosférica, sob vácuo. Esta pressão pode ser mantida
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através do uso de equipamentos como, por exemplo, bombas centrífugas,
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ou, alternativamente, ejetores de vapor.
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14
Ejetores de vapor são equipamentos usados para manter a pressão de
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equipamentos abaixo da atmosférica e operam de acordo com o efeito de
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Venturi e a equação de Bernoulli, usando vapor de média pressão (cerca
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de 7 barg) \[1\] para purgar ar ou outros gases de um equipamento, de
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forma a manter o vácuo pretendido. Podem ter vários estágios e
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diferentes tipos de condensadores.
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**Princípio de Funcionamento e descrição do equipamento**
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O princípio de operação de ejetores de vapor é a transformação da
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pressão do fluido circulante em energia cinética através de uma expansão
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adiabática no “nozzle”. A zona de baixa pressão na câmara de mistura é
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criada pelo aumento da velocidade do fluido circulante e devido a esta
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baixa pressão, o fluido a purgar irá para a câmara de mistura onde se
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mistura com o fluido circulante. A energia cinética proveniente do
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fluido misturado é utilizada para pressurizar o fluido circulante.
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<img src="./Ejectores de Vapor/media/image1.gif"
32
style="width:4.33333in;height:2.90299in"
33
alt="Resultado de imagem para bernoulli principle" />
34
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**Figura 1 -** Princípio de Venturi (adaptado de \[3\])
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Como se pode observar na figura 3, o fluido pressurizado entra por A e
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expande através do “Nozzle”, B. O fluido irá criar uma zona de pressão
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mínima e velocidade máxima, na câmara de mistura, D. Devido esta
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redução, o fluido é aspirado através da zona C, para a câmara de
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mistura. A mistura de fluidos segue para o difusor onde a sua energia
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cinética será utilizada para pressurização.
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<img src="./Ejectores de Vapor/media/image2.jpeg"
45
style="width:4.91483in;height:3.78125in"
46
alt="Uma imagem com texto, mapa Descrição gerada automaticamente" />
47
48
**Figura 2** - Funcionamento de um ejetor de vapor (adaptado de \[3\])
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As diferentes necessidades de pressões de sucção podem levar à
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obrigatoriedade da utilização de múltiplos ejetores em serie, aumentado
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assim a capacidade de sucção. Uma representação da capacidade de sucção
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em função do número de estágios encontra-se na figura 4.
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1<img src="./Ejectores de Vapor/media/image3.jpeg"
56
style="width:3.34314in;height:3.55208in"
57
alt="Uma imagem com captura de ecrã Descrição gerada automaticamente" />
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**Figura 3** - Capacidades de sucção (adaptado de \[4\])
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Dependendo do tipo de fluido pode ou não ser necessário ser condensá-lo,
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diminuindo o consumo de vapor. Uma representação esquemática de ejetores
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de vapor em série com e sem condensador intermédio encontra-se na figura
64
5.
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<img src="./Ejectores de Vapor/media/image4.jpeg"
67
style="width:4.46875in;height:4.29008in"
68
alt="Uma imagem com texto, mapa Descrição gerada automaticamente" />
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**Figura 4 -** Ejetores de estágios múltiplos com e sem condensador
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intermédio (adaptado de \[4\])
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Apesar dos custos de investimento serem mais elevados quando são usados
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condensadores, existe um menor consumo de vapor, levando à diminuição de
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custos operatórios. O uso de condensadores intermédios também resulta em
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estágios subsequentes de menor dimensão.
77
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Os condensadores podem ser de contacto direto (barométricos) ou de
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superfície \[1\]. No primeiro caso, o vapor e outros gases são
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condensados diretamente por ação de um spray de água fria. Os
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condensados são depois drenados no fundo do condensador por ação da
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gravidade ou descarregados através de uma bomba. (figura 6).
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84
<img src="./Ejectores de Vapor/media/image5.png"
85
style="width:2.90625in;height:3.0589in" />
86
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**Figura 5 -** Representação esquemática de ejetores em série com
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condensadores barométricos (adaptado de \[4\])
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Neste tipo de condensadores, os condensados não são recuperados, sendo
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descarregados para tratamento. Quando os condensados têm contaminações
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ou possuem compostos de valor a recuperar, são usados condensadores de
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superfície. Estes permitem a recuperação de condensados, podendo a água,
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após purificação ser enviada novamente para a caldeira \[1\].
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**Aplicações**
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Os ejetores de vapor são usados quando um determinado processo requer
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pressões abaixo da atmosférica, podendo ser usados diversas indústrias
100
como a petroquímica, indústria alimentar, metalúrgica, farmacêutica,
101
entre outras.
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Podem ser utilizados em vários equipamentos \[2\]:
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- Colunas de destilação
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- Tanques de destilação flash
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- Reatores
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- Filtros a vácuo
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- Cristalizadores
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- Evaporadores
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- Secadores
118
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Além de serem usados para manter a pressão desejada num destes
120
processos, os ejetores de vapor podem ser usados para outros fins como
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desodorização de óleos alimentares ou desarejamento de soluções.
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**Vantagens do uso de ejetores de vapor**
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O uso de ejetores de vapor oferece várias vantagens \[1\]:
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- Ausência de peças móveis
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- Fácil instalação
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- Baixa manutenção
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- Uso de vapor gerado na instalação fabril
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- Adaptáveis a resistir a vapores corrosivos
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- Simplicidade
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- Nível de ruído baixo
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- Custos operatórios moderados
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**Dimensionamento e custos do equipamento**
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O custode um ejetor de vapor depende do tipo de condensador, do número
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de estágios, o caudal de ar a remover, diferença de pressão (ou pressão
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de sucção) a manter e tipo de material de construção usado.
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Relativamente a material de construção, o aço carbónico e o aço
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inoxidável os materiais mais utilizados, mas outras ligas metálicas ou
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polímeros podem também ser utilizados.
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O caudal de ar a remover, ou seja, caudal de ar que entra no equipamento
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devido a fugas, é determinado de acordo com a seguinte relação empírica
154
\[1\]:
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$$m\\\left( \frac{lb}{hr} \right) = K{V\left( {ft}^{3} \right)}^{0,67}$$
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Onde K é um fator dependente da pressão e do tipo gás, ar ou outro gás,
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a remover do equipamento. O custo do equipamento, no ano 1979, pode ser
160
dado por \[1\]:
161
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$$Custo\\(k\\) = 11f\_{1}f\_{2}f\_{3}\left( \frac{m}{P} \right)^{0.41}$$
163
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Esta equação é geralmente válida para 0,1&lt;$\frac{m}{P}$&lt; 100. P é
165
a pressão de sucção em Torr,
166
*f*<sub>1</sub>, *f*<sub>2</sub> *e* *f*<sub>3</sub> são factores
167
adimensionais que dependem do tipo de condensador, do número de estágios
168
e do material de construção:
169
170
**Tabela 1** - Correlações de custos
171
172
<table>
173
<colgroup>
174
<col style="width: 24%" />
175
<col style="width: 5%" />
176
<col style="width: 18%" />
177
<col style="width: 9%" />
178
<col style="width: 27%" />
179
<col style="width: 14%" />
180
</colgroup>
181
<thead>
182
<tr class="header">
183
<th>Tipo de condensador</th>
184
<th><span class="math display"><em>f</em><sub>1</sub></span></th>
185
<th>Número de estágios</th>
186
<th><span class="math display"><em>f</em><sub>2</sub></span></th>
187
<th>Material de construção</th>
188
<th><span class="math display"><em>f</em><sub>3</sub></span></th>
189
</tr>
190
</thead>
191
<tbody>
192
<tr class="odd">
193
<td>Sem condensador</td>
194
<td>1,0</td>
195
<td>1</td>
196
<td>1,0</td>
197
<td>Aço carbónico</td>
198
<td>1,0</td>
199
</tr>
200
<tr class="even">
201
<td>1 Condensador de superfície</td>
202
<td>1,6</td>
203
<td>2</td>
204
<td>1,8</td>
205
<td>Aço inoxidável</td>
206
<td>2,0</td>
207
</tr>
208
<tr class="odd">
209
<td>1 Condensador barométrico</td>
210
<td>1,7</td>
211
<td>3</td>
212
<td>2,1</td>
213
<td>Hastelloy (liga de níquel)</td>
214
<td>3,0</td>
215
</tr>
216
<tr class="even">
217
<td>2 Condensadores de superfície</td>
218
<td>2,3</td>
219
<td>4</td>
220
<td>2,6</td>
221
<td></td>
222
<td></td>
223
</tr>
224
<tr class="odd">
225
<td>2 Condensador barométrico</td>
226
<td>1,9</td>
227
<td>5</td>
228
<td>4,0</td>
229
<td></td>
230
<td></td>
231
</tr>
232
</tbody>
233
</table>
234
235
É importante referir que a correlação de custos é relativa ao ano de
236
1979, logo o preço deve ser atualizado tendo em conta o CEPCI deste ano
237
e do ano pretendido. Para mais detalhes, o leitor é referenciado para
238
\[1\], onde também existem relações que permitem calcular a quantidade
239
de vapor necessária para a operação do ejetor de vapor.
240
241
**Referências**
242
243
\[1\] Walas, S. M., Chemical Process Equipment – Selection and Design,
244
Butterworth-
245
246
Heinemann, USA, 1990
247
248
\[2\] Transvac, Ejector Solutions, Vaccum Systems, Steam Jet Ejectors
249
and Atmospheric Ejectors Brochure. Retirado de:
250
<https://www.transvac.co.uk/pdf/brochures/Transvac%20-%20Vacuum,%20Steam%20Ejectors,%20Atmospheric%20Air%20Ejectors.pdf>
251
252
\[3\] Mechanical Engineering site, Retirado de:
253
<http://www.mechanicalengineeringsite.com/ejector-working-principle/>
254
255
\[4\] Schutte & Koerting, Steam Jet Ejectors Brochure, Bulletin 5-EH,
256
Retirado de:
257
<https://www.s-k.com/pdf/5EH_steam_jet_ejectors_brochure.pdf?fbclid=IwAR3y9saywHHU3HGfUJFu3l0PX1bQEPhKgZCkOoPkdoGQkhzv1Wcj9ES808I>